Em pouco menos de 10 meses, o jogo online já gerou cerca de 40,1 milhões de euros em impostos para o Estado. De Maio de 2016 até 31 de Março passado, registou-se uma receita bruta de 82,8 milhões de euros gerada pelos seis operadores existentes.

São os primeiros números sobre o negócio da actividade do jogo online em Portugal: desde 25 de Maio do ano passado, quando foi emitida a primeira licença para a exploração de apostas online, até 31 de Março passado, as seis operadoras licenciadas registaram um valor global de receita bruta (depois de deduzidos os prémios pagos) de 82,8 milhões de euros.

De acordo com o primeiro relatório sobre a matéria divulgado pela “Comissão de Jogos”, que é liderada pelo presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, em menos de 10 meses o Imposto Especial de Jogo Online (IEJO) já gerou cerca de 40,1 milhões de euros para os cofres do Estado português.

“Durante o ano de 2016 (Maio a Dezembro) o valor do IEJO ascendeu a 30,9 milhões de euros e no 1º trimestre de 2017 a 9,2 milhões de euros”, detalha o documento.

O relatório ressalva que as receitas provenientes do imposto cobrado nesta actividade são destinadas, consoante a categoria de jogo ou aposta, a financiar os sectores do desporto e equídeo, assim como o turismo, entre outras entidades, revertendo “ainda para o Estado uma percentagem do imposto cobrado”.

in Jornal de Negócios